Melhores máquinas de solda inversora 2027
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Nossas escolhas

Melhor para oficina
ESAB Rogue LHN ES205i Dual Voltage
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 30% @ 160 A (220 V)
- Peso
- 8 kg
Aceita eletrodo celulósico E6010 e E7018 até 3,25 mm e segura 160 A a 30% em 220 V.

Melhor para iniciante
Vonder RIV 168
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 40% @ 160 A (220 V)
- Peso
- 4,4 kg
Leve (4,4 kg), bivolt automática e com o melhor ciclo de trabalho da lista no eletrodo, 160 A a 40% em 220 V.

Melhor multiprocesso
Boxer Migflex 160
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 60% @ 115 A (220 V)
- Peso
- 12 kg
MIG/MAG, eletrodo e TIG Lift numa máquina bivolt, com tocha MIG na caixa e gatilho 2T/4T.
Comparativo lado a lado
| Produto | Processo | Corrente máx. (A) | Ciclo de trabalho | Tensão de entrada | Peso (kg) | Onde comprar |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ESAB Rogue LHN ES205i Dual Voltage | MMA, TIG | 160 | 30% @ 160 A (220 V) | Bivolt | 8 | |
| Vonder RIV 168 | MMA, TIG | 160 | 40% @ 160 A (220 V) | Bivolt | 4,4 | |
| Boxer Migflex 160 | MMA, TIG, MIG/MAG | 160 | 60% @ 115 A (220 V) | Bivolt | 12 | |
| Boxer Flama 161 BV | MMA, TIG | 160 | 15% @ 160 A (220 V) | Bivolt | 4,3 | |
| ESAB Rustler EM 215i | MMA, MIG/MAG, Flux | 200 | 60% @ 116 A (MIG, 220 V) | 220V | 40 | |
| ESAB Bantam MIG | MMA, Flux | 130 | 20% @ 130 A (220 V) | Bivolt | 4 |
Análise de cada máquina

1. ESAB Rogue LHN ES205i Dual Voltage
ESAB
Aceita eletrodo celulósico E6010 e E7018 até 3,25 mm e segura 160 A a 30% em 220 V.
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 30% @ 160 A (220 V)
- Peso
- 8 kg
Prós
- Solda eletrodo celulósico E6010/E6011 e E7018 até 3,25 mm, segundo a ESAB
- 88 A a 100% e 160 A a 30% em 220 V
- Bivolt automática, com TIG LiftArc, Hot Start e Arc Force
- Aguenta turno de trabalho pesado
- soldagem de eletrodo pulsado
- Silenciosa
Contras
- Em 127 V a corrente máxima cai para 110 A (a 35%)
- Com 8 kg, é a mais pesada entre as máquinas de eletrodo da lista
- Não solda MIG

2. Vonder RIV 168
Vonder
Leve (4,4 kg), bivolt automática e com o melhor ciclo de trabalho da lista no eletrodo, 160 A a 40% em 220 V.
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 40% @ 160 A (220 V)
- Peso
- 4,4 kg
Prós
- Melhor ciclo de trabalho da lista no eletrodo: 160 A a 40% e 100 A a 100% em 220 V
- Leve, com 4,4 kg
- Eletrodo de até 4 mm em 220 V, com seleção do diâmetro no painel
- Função VRD, que reduz a tensão nos terminais e protege contra choque
- Soldagem com eletrodos AWS E6013 e E7018
- TIG Lift, Arc Force, Hot Start, Anti Sticking e função VRD
- Montagem de estruturas metálicas
- Reparos e manutenção em metais
Contras
- Em 127 V cai para 120 A e eletrodo de até 3,25 mm
- Não acompanha tocha TIG, e o TIG DC não solda alumínio
- O manual pede rede exclusiva com disjuntor de 32 A

3. Boxer Migflex 160
Boxer
MIG/MAG, eletrodo e TIG Lift numa máquina bivolt, com tocha MIG na caixa e gatilho 2T/4T.
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 60% @ 115 A (220 V)
- Peso
- 12 kg
Prós
- MIG/MAG, eletrodo e TIG Lift numa máquina só
- Bivolt automática, com 105 A a 100% na MIG em 220 V
- Tocha MIG, garra e porta-eletrodo na caixa
- Gatilho 2T/4T e avanço de arame
- Sistema Anti Stick, Hot Start, Arc Force
- Indicada para soldadores autônomos, pequenas oficinas e manutenção geral
Contras
- Os 160 A só valem a 15% em 220 V
- Arame só até 0,9 mm
- Pesa 12 kg
- Cilindro, regulador, gás e tocha TIG ficam fora da caixa

4. Boxer Flama 161 BV
Boxer
Eletrodo e TIG Lift em 4,3 kg, bivolt, para quem solda eletrodo de 2,5 mm em serviço de casa e de serralheria leve.
- Corrente máx.
- 160 A
- Ciclo de trabalho
- 15% @ 160 A (220 V)
- Peso
- 4,3 kg
Prós
- A mais leve da lista, com 4,3 kg
- Bivolt automática, com Hot Start, Arc Force, Anti Stick e TIG Lift
- A Boxer indica eletrodos E6013, E7018, inox, ferro fundido e alumínio
- Solda eletrodos de 2,5 mm a 3,25 mm
Contras
- Os 160 A só valem a 15% em 220 V, e a corrente sem parar é de 75 A
- A Boxer recomenda eletrodo de 2,5 mm para serviço contínuo; o de 3,25 mm só por períodos curtos
- Tocha TIG fora da caixa

5. ESAB Rustler EM 215i
ESAB
- Corrente máx.
- 200 A
- Ciclo de trabalho
- 60% @ 116 A (MIG, 220 V)
- Peso
- 40 kg
Prós
- 200 A, a maior corrente da lista
- Ajustes de MIG completos: indutância, 2T/4T, creep start, burnback, enchimento de cratera, pré e pós-gás
- Programas para arame sólido e tubular (inclusive autoprotegido), aço carbono, inox, alumínio e MIG brazing
Contras
- Só liga em 220 V monofásica
- Pesa 40 kg
- A ESAB lista no pacote fonte, cabo garra obra, mangueira de gás e roldanas; a tocha MIG aparece como acessório
- Os 200 A só valem a 20%

6. ESAB Bantam MIG
ESAB
- Corrente máx.
- 130 A
- Ciclo de trabalho
- 20% @ 130 A (220 V)
- Peso
- 4 kg
Prós
- Solda MIG sem cilindro, com arame tubular autoprotegido
- Quick Set: ajusta tensão e velocidade do arame pela espessura da chapa e pelo diâmetro do arame
- A mais leve da lista, com 4 kg, e tocha MIG embutida
- Display mostra corrente e tensão reais durante a solda
Contras
- Menor ciclo de trabalho da lista: 130 A a 20% e 59 A a 100% em 220 V
- Em 110 V cai para 100 A a 20% e 45 A a 100%
- Sem opção de gás e sem TIG
- A ESAB lista na caixa só tocha MIG, cabo obra e manual; porta-eletrodo e arame à parte
Qual é a melhor máquina de solda inversora para cada perfil?
Não existe uma inversora melhor para todo mundo: o processo que você vai usar e a tomada da sua garagem decidem antes da marca. Por isso separei as escolhas por perfil:
- Oficina e serralheria (eletrodo): ESAB Rogue LHN ES205i. É a única da lista em que o fabricante anuncia solda com eletrodo celulósico E6010/E6011 e com E7018, até 3,25 mm.
- Iniciante (eletrodo): Vonder RIV 168. Tem o melhor ciclo de trabalho no eletrodo entre as bivolt: 160 A a 40% e 100 A a 100% em 220 V, com 4,4 kg.
- Multiprocesso: Boxer Migflex 160. Solda MIG/MAG com arame sólido até 0,9 mm, eletrodo e TIG Lift, em 127 V ou 220 V.
- Custo-benefício: Boxer Flama 161 BV. Eletrodo e TIG Lift em 4,3 kg; a Boxer recomenda para eletrodo de 2,5 mm em serviço contínuo.
- MIG para produção: ESAB Rustler EM 215i. Chega a 200 A e tem os ajustes finos da MIG (indutância, 2T/4T, creep start, enchimento de cratera), mas só liga em 220 V.
- Sem gás: ESAB Bantam MIG. Solda MIG com arame tubular autoprotegido, sem cilindro, pesa 4 kg e ajusta tensão e velocidade do arame sozinha pela espessura da chapa (Quick Set).
Se ainda não sabe qual processo usar, o guia dos tipos de máquina de solda inversora explica eletrodo, MIG, TIG e multiprocesso, e o guia sobre o que é uma máquina de solda inversora mostra por que ela substituiu a transformadora na oficina.
Como escolhi as máquinas desta lista?
Comparei as seis pela documentação do próprio fabricante: o manual da Vonder, a página da ESAB Brasil e as páginas da Boxer. Não testei nenhuma delas na bancada. Soldei de 1989 a 2006, com eletrodo revestido, oxiacetileno e MIG, mas não tenho uma inversora hoje, então os números abaixo são os publicados pelas marcas, e cada contra sai desses mesmos documentos.
Os critérios foram estes:
- Ciclo de trabalho em 220 V, comparado na corrente a 100%, que é a que a máquina aguenta sem parar.
- O que acontece em 127 V, porque muita garagem no Brasil só tem essa tomada.
- Processos de solda e o que fica de fora da caixa (tocha TIG, tocha MIG, cilindro).
- Peso, para quem leva a máquina para o serviço.
- Disponibilidade na Amazon e no Mercado Livre, para você conferir o preço do dia. Os preços mudam várias vezes por dia, por isso não aparecem aqui.
Qual inversora aguenta mais tempo soldando?
O número grande da caixa, como "160 A", é a corrente máxima, e quase sempre vem com um ciclo de trabalho curto. O manual da Vonder explica a conta: 40% quer dizer 4 minutos soldando e 6 minutos parada a cada 10 minutos. Para comparar máquinas, olhe a corrente a 100%, que é a que a máquina segura sem parar. A tabela usa os valores de eletrodo revestido, o único processo que as seis têm em comum:
| Critério | Máxima em 220 V | Sem parar (100%) em 220 V | Máxima em 127 V |
|---|---|---|---|
| Vonder RIV 168 | 160 A a 40% | 100 A | 120 A a 40% |
| Boxer Migflex 160 | 160 A a 15% | 100 A | 125 A a 34% |
| ESAB Rustler EM 215i | 200 A a 20% | 90 A | Não liga em 127 V |
| ESAB Rogue LHN ES205i | 160 A a 30% | 88 A | 110 A a 35% |
| Boxer Flama 161 BV | 160 A a 15% | 75 A | 110 A a 30% |
| ESAB Bantam MIG | 130 A a 20% | 59 A | 100 A a 20% (em 110 V) |
A Vonder RIV 168 e a Boxer Migflex 160 empatam nos 100 A sem parar, mas a Vonder segura os 160 A por mais tempo (40% contra 15%). A ESAB Bantam MIG é a mais fraca no eletrodo, porque foi feita para o arame tubular. Para entender como a corrente casa com a espessura da chapa e o diâmetro do eletrodo, veja o guia de como regular a máquina de solda inversora.
Inversora bivolt solda igual em 127 V?
Não. Todas as bivolt desta lista perdem corrente na tomada de 110 ou 127 V: a Vonder RIV 168 cai de 160 A para 120 A, a ESAB Rogue LHN ES205i e a Boxer Flama 161 caem para 110 A, a Boxer Migflex 160 para 125 A e a ESAB Bantam MIG de 130 A para 100 A. A Vonder ainda limita o eletrodo a 3,25 mm em 127 V, contra 4 mm em 220 V.
A instalação também conta. O manual da Vonder pede para a RIV 168 uma rede exclusiva com disjuntor de 32 A e não recomenda extensão acima de 30 m. Máquina que desarma no meio do cordão, em muitos casos, é tomada fraca ou extensão fina, e não defeito.
O que vem na caixa e o que você compra à parte?
Esse é o custo que o anúncio esconde. Pela documentação dos fabricantes:
| Critério | Processos | Rede | Peso | Fica fora da caixa |
|---|---|---|---|---|
| ESAB Rogue LHN ES205i | Eletrodo e TIG LiftArc | Bivolt automática | 8 kg | A página da Loja ESAB não lista o conteúdo da caixa; confira no anúncio |
| Vonder RIV 168 | Eletrodo e TIG Lift | Bivolt automática | 4,4 kg | Tocha TIG, cilindro e regulador de argônio |
| Boxer Migflex 160 | MIG/MAG, eletrodo e TIG Lift | Bivolt automática | 12 kg | Tocha TIG, cilindro, regulador e gás da MIG |
| Boxer Flama 161 BV | Eletrodo e TIG Lift | Bivolt automática | 4,3 kg | Tocha TIG, cilindro e regulador de argônio |
| ESAB Rustler EM 215i | MIG/MAG e eletrodo | 220 V monofásica | 40 kg | Tocha MIG (listada como acessório), cilindro, regulador e gás |
| ESAB Bantam MIG | MIG sem gás (arame tubular) e eletrodo | Bivolt (110/220 V) | 4 kg | Arame e porta-eletrodo (a ESAB lista só tocha MIG embutida, cabo obra e manual) |
A ESAB Bantam MIG vem com a tocha MIG embutida e o cabo obra, e a Migflex 160 vem com tocha MIG, garra e porta-eletrodo. Na Rustler EM 215i, a ESAB lista no pacote a fonte, o cabo garra obra, a mangueira de gás e as roldanas, e a tocha aparece como acessório. O TIG Lift das máquinas de eletrodo é DC, e o manual da Vonder avisa que ele não solda alumínio; para alumínio, o guia de qual inversora usar para aço, galvanizado, alumínio e inox mostra o caminho.
Qual comprar: eletrodo, MIG ou multiprocesso?
Se o serviço é portão, grade, estrutura e reparo em aço de 3 mm para cima, uma inversora de eletrodo resolve e custa menos. A ESAB Rogue LHN ES205i é a mais robusta; a Vonder RIV 168 e a Boxer Flama 161 são as mais leves.
Se você solda chapa fina, como lataria e móveis de metalon, ou faz serviço repetido, a MIG rende mais e deixa menos escória. Com cilindro, a Boxer Migflex 160 cobre a garagem e a pequena oficina; a ESAB Rustler EM 215i é para quem já tem 220 V e serviço o dia todo. Sem cilindro, a ESAB Bantam MIG resolve o serviço externo e o reparo rápido. Para escolher o arame de cada uma, veja o guia de como escolher o arame da máquina inversora.
A diferença entre a máquina antiga de transformador e a inversora, que pesa na hora de trocar de equipamento, está no guia da diferença entre máquina de solda e inversora.
Perguntas frequentes?
Qual a melhor máquina de solda inversora para iniciante?
Para começar no eletrodo revestido, a Vonder RIV 168 é a escolha desta lista. Ela é bivolt automática, pesa 4,4 kg e, pela ficha da Vonder, solda 160 A a 40% em 220 V. Quem quer começar sem eletrodo e sem cilindro de gás pode olhar a ESAB Bantam MIG, que solda MIG com arame tubular.
Inversora bivolt solda igual em 127 V e em 220 V?
Não. Em todas as bivolt desta lista, a corrente máxima cai na tomada de 110 ou 127 V. Nas de 160 A, ela fica entre 110 e 125 A, e a ESAB Bantam MIG cai de 130 A para 100 A. A Vonder também limita o eletrodo a 3,25 mm em 127 V.
Precisa de cilindro de gás para soldar com inversora MIG?
Depende do arame. A MIG com arame sólido, como a Boxer Migflex 160 e a ESAB Rustler EM 215i, pede cilindro, regulador e gás de proteção. A ESAB Bantam MIG só trabalha com arame tubular autoprotegido, que dispensa o cilindro.
O que significa 160 A a 40% na ficha técnica?
É o ciclo de trabalho. O manual da Vonder explica que 40% quer dizer 4 minutos soldando e 6 minutos parada, em cada janela de 10 minutos. Com 100%, a máquina solda sem parar naquela corrente. Quanto maior a corrente a 100%, mais a máquina aguenta serviço contínuo.
As máquinas desta lista foram testadas na bancada?
Não. Comparei as máquinas pela ficha técnica, pelo manual e pela página de cada fabricante, sem teste de bancada. Os números citados são os que a Vonder, a ESAB e a Boxer publicam, e os contras saem desses mesmos documentos.
Fontes?
Como analisamos
Comparamos as máquinas pela ficha técnica, pelo manual e pela página do fabricante, sem teste de bancada.Veja como avaliamos.
Qual a melhor máquina de solda inversora para iniciante?
Para começar no eletrodo revestido, a Vonder RIV 168 é a escolha desta lista. Ela é bivolt automática, pesa 4,4 kg e, pela ficha da Vonder, solda 160 A a 40% em 220 V. Quem quer começar sem eletrodo e sem cilindro de gás pode olhar a ESAB Bantam MIG, que solda MIG com arame tubular.
Inversora bivolt solda igual em 127 V e em 220 V?
Não. Em todas as bivolt desta lista, a corrente máxima cai na tomada de 110 ou 127 V. Nas de 160 A, ela fica entre 110 e 125 A, e a ESAB Bantam MIG cai de 130 A para 100 A. A Vonder também limita o eletrodo a 3,25 mm em 127 V.
Precisa de cilindro de gás para soldar com inversora MIG?
Depende do arame. A MIG com arame sólido, como a Boxer Migflex 160 e a ESAB Rustler EM 215i, pede cilindro, regulador e gás de proteção. A ESAB Bantam MIG só trabalha com arame tubular autoprotegido, que dispensa o cilindro.
O que significa 160 A a 40% na ficha técnica?
É o ciclo de trabalho. O manual da Vonder explica que 40% quer dizer 4 minutos soldando e 6 minutos parada, em cada janela de 10 minutos. Com 100%, a máquina solda sem parar naquela corrente. Quanto maior a corrente a 100%, mais a máquina aguenta serviço contínuo.
As máquinas desta lista foram testadas na bancada?
Não. Comparei as máquinas pela ficha técnica, pelo manual e pela página de cada fabricante, sem teste de bancada. Os números citados são os que a Vonder, a ESAB e a Boxer publicam, e os contras saem desses mesmos documentos.